Cerca de 40% da população brasileira tem pressão alta e características relacionadas ao estilo de vida, como sedentarismo e tabagismo, estão diretamente ligadas ao surgimento da doença. Mas você sabia que as mulheres são as mais afetadas?

Um dos motivos é que após os 65 anos, principalmente por conta da chegada da menopausa, as mulheres têm uma diminuição na produção do estrogênio, hormônio que auxilia a vasodilatação, evita o acúmulo do LDL, o colesterol ruim, e facilita o HDL, colesterol bom, o que contribui para que a pressão se mantenha dentro dos padrões. Quando os níveis de estrogênios caem, a pressão tende a aumentar. Lembre-se que o valor médio da pressão arterial é 12 por 8, variações acima disso precisam de avaliação médica para identificar se a pessoa tem a pressão alta.

As mulheres também são as que mais se preocupam com a saúde, o que contribui para que mais casos sejam diagnosticados. Quanto antes for identificada a hipertensão e controlada, maior a probabilidade de não ter complicações, como infarto, AVC, alterações na visão e doenças renais.

O ideal é começar a mudar os hábitos o quanto antes. Praticar atividades físicas, não fumar e ingerir pouca bebida alcoólica, são algumas das mudanças que contribuem para o controle da pressão. A redução da quantidade de sódio na alimentação também é essencial. Se você já possui a doença, siga o tratamento recomendado pelo seu médico.





Tags: drauzio varella, hipertensão, mulheres, menopausa, pressão alta



Deixe seu comentário

Para comentar ou responder, você precisa se cadastrar ou estar logado.


0 Comentários